O bloco “Unidos pelo Fora Igor Barbalho” ocupou as ruas de Belém neste Carnaval para protestar contra medidas dos governos municipal e federal. A mobilização exige a revogação do “Pacote de Maldades” na capital e do Decreto 12.600, que abre caminho para a privatização de rios estratégicos na Amazônia. Para o Sintepp Belém, o uso do espaço festivo é uma forma de reafirmar o direito constitucional à vida, à cultura e à dignidade da população.
A resistência foca nas recentes alterações legislativas que impactam diretamente o funcionalismo público e a estrutura administrativa da cidade. Os manifestantes alegam que essas reformas precarizam setores essenciais, como educação e assistência social, reduzindo benefícios conquistados historicamente. O grupo defende que o serviço público de qualidade é um direito inalienável que não pode ser sacrificado por ajustes fiscais ou conveniências políticas.
No plano ambiental, o protesto denuncia a inclusão de hidrovias, como as dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira, em programas de desestatização. A crítica central é que o Decreto 12.600 ignora os impactos sobre comunidades ribeirinhas e transforma recursos naturais em ativos comerciais.
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