A forte chuva que caiu sobre Belém na tarde desta terça-feira (27) causou transtornos no trânsito da capital paraense. A avenida Pedro Álvares Cabral, no bairro da Marambaia, ficou parcialmente alagada nas proximidades da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), provocando lentidão e um grande engarrafamento na região.
Com o acúmulo de água, duas das três faixas da avenida foram interditadas, restando apenas uma mão liberada para o tráfego de veículos. A situação gerou filas extensas e dificultou a circulação de motoristas que passavam pelo local durante o período de maior intensidade da chuva.
A forte chuva que caiu sobre Belém na tarde desta terça-feira (27) causou transtornos no trânsito da capital paraense. pic.twitter.com/ZtPpDWfJ78
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) January 27, 2026
O alagamento chamou a atenção de quem transitava pela via, já que o trecho não costuma apresentar esse tipo de problema mesmo durante o inverno amazônico, quando as precipitações são mais frequentes. Vídeos e imagens do ponto alagado circularam nas redes sociais, mostrando carros avançando lentamente e enfrentando dificuldades para seguir viagem.
Confira o posicionamento da SEZEL e da Prefeitura de Belém sobre o caso:
“A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Zeladoria e Conservação Urbana (SEZEL), informa que suas equipes já estavam em estado de alerta e foram prontamente mobilizadas para os pontos citados, com oito caminhões de hidrojato operando na desobstrução das redes de drenagem. Essa atuação imediata visa acelerar o escoamento das águas e reduzir os impactos causados pelas fortes chuvas registradas hoje na capital. O cronograma de manutenção de canais é diário, além de mais de 20 mil bocas de lobo e poços de visita já desobstruídos em diversos bairros desde o início da gestão atual. A secretaria reforça que o apoio da população é essencial, evitando o descarte de lixo nas vias públicas, prática que obstrui galerias e agrava as inundações. A gestão municipal segue atuando com orientação à população por meio de seus educadores ambientais e monitorando permanentemente as áreas sensíveis para minimizar danos e garantir a fluidez do sistema de drenagem.”
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