Wagner Moura comenta preferência entre Oscar e Copa do Mundo ao falar sobre “O Agente Secreto” - Estado do Pará Online

Wagner Moura comenta preferência entre Oscar e Copa do Mundo ao falar sobre “O Agente Secreto”

Ator comentou a escolha durante entrevista e destacou a importância do reconhecimento internacional para o cinema brasileiro

Foto: reprodução / redes socias

Durante participação no podcast americano Men in Blazers, o ator Wagner Moura foi questionado, de forma informal, sobre qual conquista preferiria ver o Brasil alcançar: uma vitória no Oscar ou mais um título da Copa do Mundo.

A pergunta surgiu no contexto da repercussão internacional de “O Agente Secreto”, filme protagonizado pelo ator e dirigido por Kleber Mendonça Filho, que vem sendo associado à temporada de premiações.

Declaração do ator

Ao comentar o cenário hipotético, Wagner Moura afirmou que o Brasil já acumula diversas conquistas no futebol. Em tom descontraído, o ator disse que escolheria as duas opções, mas destacou o Oscar como um reconhecimento de forte peso simbólico.

Segundo o ator, uma eventual conquista da estatueta ajudaria a evidenciar, no cenário internacional, que o Brasil possui talentos reconhecidos para além do futebol e da música. Wagner Moura afirmou ainda que o prêmio teria impacto direto na valorização da cultura e na autoestima da comunidade artística brasileira, ao reforçar a relevância do cinema nacional no contexto global.

Repercussão internacional

O Agente Secreto tem ampliado sua visibilidade fora do país e mantém Wagner Moura no centro das discussões sobre o cinema brasileiro em grandes premiações. Até o momento, não há confirmação oficial de indicação individual do ator ao Oscar 2026.

Sobre o filme

Ambientado em Recife, no ano de 1977, O Agente Secreto acompanha Marcelo, personagem vivido por Wagner Moura, um especialista em tecnologia que retorna à capital pernambucana após anos fora e se depara com uma realidade marcada por perigos e segredos.

O longa constrói um retrato da sociedade e da política brasileira nos anos 1970, abordando temas como repressão política, restrição de direitos e o uso da tecnologia como ferramenta de controle durante o período.

Leia também: