Em relação ao fato de que mais da metade da população belenense vive em áreas alagáveis, o prefeito destacou a urgência do combate aos efeitos desta crise.
Os bilhões de investimentos anunciados pelos governos federal, estadual e municipal na mais charmosa capital da Amazônia não evitarão que Belém exiba para o mundo suas favelas de palafitas nos bairros periféricos, com esgoto a céu aberto, que colocam Belém entre as piores capitais brasileiras em termos de saneamento básico, como mostram os relatórios anuais do Instituto Trata Brasil.
















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