Rumores que circulam nos bastidores da política paraense apontam que o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, Chicão (União Brasil), poderia buscar a vaga de vice na chapa de Hana Ghassan (MDB) ao Executivo estadual. A leitura surgiu diante do novo cenário da disputa de 2026, com a corrida ao Senado mais congestionada e com menos espaço para candidaturas fora do bloco principal.
Nos meios políticos, a avaliação é que a entrada de novos nomes competitivos e a reorganização das alianças passaram a pressionar projetos paralelos para o Senado Federal. Nesse ambiente, a vaga de vice na chapa governista começou a ser citada como alternativa para lideranças que buscam permanecer no centro do tabuleiro eleitoral.
Posição oficial
Apesar dos rumores, a assessoria de Chicão afirmou ao Estado do Pará Online (EPOL) que ele segue firme em seu projeto de disputar o Senado. A posição do deputado vai na contramão das especulações que circulam nos bastidores e indica que, ao menos publicamente, ele mantém a pré-candidatura à Câmara Alta.
Bastidores da sucessão
A hipótese envolvendo Chicão ganhou força nas conversas de bastidor porque ele é um dos nomes de peso da base aliada e mantém influência no Legislativo estadual. Além disso, a indefinição sobre a composição da chapa de Hana abre espaço para especulações sobre possíveis ajustes políticos ao longo dos próximos meses.
O movimento também repercute sobre o PT, que já apresentou o nome do deputado estadual Dirceu Ten Caten para a vaga de vice. Em entrevista publicada por O Liberal na quinta-feira (5), o parlamentar afirmou que seu nome foi deliberado oficialmente pelo diretório estadual para compor uma eventual chapa encabeçada por Hana.
Na comemoração pelos 46 anos do PT no Pará, realizada no sábado (14), em Marabá, a defesa do nome de Dirceu para a vice voltou a ser enfatizada. O evento, porém, foi marcado pela ausência de lideranças do MDB, especialmente do governador Helder Barbalho (MDB) e da própria Hana Ghassan, ausência que foi interpretada em setores do partido como sinal de incômodo e esfriamento político na costura dessa aliança.
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