o Remo vai entrar com uma representação contra a equipe de arbitragem da partida com o Atlético-MG. Nessa quarta-feira, 11, as duas equipes jogaram pela terceira rodada da Série A do Brasileirão e o confronto terminou empatado em 3 a 3 na Arena MRV, em Belo Horizonte.
Logo após o final da partida, o clube, por meio do departamento jurídico, divulgou uma nota contestando três marcações do árbitro de campo Matheus Candançan, Fifa de São Paulo, e do árbitro de vídeo Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral, também Fifa de São Paulo.
O primeiro lance citado pelo clube foi o gol anulado de Leonel Picco. Quando a partida estava em 1 a 1, o Remo conseguiu a virada com o volante argentino. No entanto, o VAR recomendou a revisão do lance por toque no braço de João Pedro na jogada. Na analise, Candançan confirmou a infração e anulação do gol.
Depois, o Leão contesta o lance que originou o terceiro gol do Atlético, no último lance do jogo. O clube alega uma “posição clara de impedimento” de Gustavo Scarpa na jogada. Segundo o Remo, as linhas foram “traçadas de maneira equivocada” pelo VAR durante a análise.
Por fim, o clube azulino reclama de uma não expulsão do goleiro Everson no lance do terceiro gol marcado por Alef Manga. Na jogada, o arqueiro do Atlético faz falta em Patrick de Paula e a bola sobra para Manga marcar o gol.
O Clube do Remo respeita as instituições, a arbitragem e a competição. No entanto, não pode se calar diante de erros sucessivos e determinantes que comprometeram o resultado da partida e prejudicaram sua torcida, seus atletas e todo o trabalho desenvolvido. O futebol brasileiro exige profissionalismo, responsabilidade e critérios técnicos uniformes. O uso do VAR existe justamente para evitar que equívocos dessa magnitude ocorram. Diante dos fatos, o Clube do Remo adotará as medidas cabíveis junto às instâncias competentes, solicitando a análise formal dos lances e providências necessárias para que situações como esta não se repitam”, disse o clube em nota.
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