O deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou em entrevista recente que o PL não pretende formar alianças eleitorais com partidos que integram o campo político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada ao comentar o cenário político do Pará e possíveis composições para as eleições de 2026.
Durante a entrevista ao portal Impulso Noticias, Passarinho mencionou a possibilidade de aproximação entre o PL e o prefeito de Ananindeua, Daniel Santos (PSB), nome frequentemente citado nos bastidores como potencial candidato ao governo do estado. Segundo o parlamentar, uma aliança dependeria de mudanças na base política do prefeito.
Critério ideológico
Passarinho afirmou que o partido segue um alinhamento nacional que exclui coligações com legendas que, segundo ele, compõem a base política do governo federal.
“O PL não coliga com partidos ligados à esquerda. São nossos adversários porque estão no campo político do presidente Lula”, declarou. Em seguida, acrescentou que siglas como PT, PSB, PDT, PCdoB e PSOL não fazem parte do campo de alianças considerado pela legenda. “Os puxadinhos do PT estão fora do nosso espectro”, disse.
Condições para alianças
Ao comentar diretamente o cenário envolvendo Daniel Santos, o deputado afirmou que uma eventual aproximação dependeria da construção de alianças com partidos posicionados do centro para a direita no plano nacional.
Passarinho citou como possíveis interlocutores siglas como MDB, Avante, União Brasil, Podemos, Novo, Republicanos e PP, ressaltando que o objetivo seria formar um bloco político que represente uma alternativa ao campo atualmente alinhado ao governo federal.
Segundo o parlamentar, o PL mantém conversas políticas no estado e busca articular forças que defendam mudanças no cenário eleitoral paraense nas eleições de 2026.
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