Conhecida nas redes sociais por transformar regras gramaticais em explicações simples e acessíveis, a professora paraense Roberta Macêdo voltou a ganhar repercussão após usar um vídeo para comentar um erro de português cometido pelo prefeito de Belém, Igor Normando, durante uma fala pública.
No conteúdo, publicado em seu perfil, a professora analisou a frase dita pelo gestor: “Se você ver qualquer tipo de vandalismo…” A partir desse trecho, Roberta construiu uma aula prática sobre a diferença entre os verbos “ver” e “vir”, dois dos mais confundidos na língua portuguesa. E que, segundo ela, fazem parte de conteúdos básicos do ensino fundamental.
Conhecida nas redes sociais por transformar regras gramaticais em explicações simples e acessíveis, a professora paraense Roberta Macêdo voltou a ganhar repercussão após usar um vídeo para comentar um erro de português cometido pelo prefeito de Belém, Igor Normando, pic.twitter.com/AIETQ3TLHe
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) January 15, 2026
“Já entendi que, apesar de básico, você não sabia. O verbo ‘ver’ é irregular, apresenta alterações no radical e nas terminações e é frequentemente confundido com o verbo ‘vir’”, explicou a professora. De forma didática, ela detalhou a conjugação correta do verbo ver no futuro do subjuntivo, tempo verbal usado justamente para expressar hipótese ou possibilidade, como no contexto da fala do prefeito: “Se eu vir, se tu vires, se ele vir, se nós virmos, se vós virdes, se eles virem.”
Roberta Macêdo ganhou projeção justamente por esse formato: vídeos curtos, linguagem direta e exemplos do cotidiano, muitas vezes retirados de falas de figuras públicas, memes ou situações reais. A proposta é aproximar a gramática da vida real e mostrar que o português pode ser compreendido sem “terrorismo gramatical”.
Leia também:













Deixe um comentário