Manchetes internacionais repercutem, de forma intensa, a suposta prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa por autoridades dos Estados Unidos da América (EUA), em uma ação que teria sido ordenada pelo presidente norte-americano Donald Trump.
O governo dos EUA sustenta que a medida se enquadra como uma intervenção humanitária e, principalmente, de paz. No entanto, a iniciativa vem sendo amplamente questionada por líderes políticos internacionais e, sobretudo, pela população venezuelana, ou pelo menos, parte dela.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram cidadãos e grupos organizados criticando o que classificam como arbitrariedade do governo norte-americano, destacando a falta de respeito à autonomia e à soberania da Venezuela. Segundo essas manifestações, os ataques, a invasão e a detenção do presidente não teriam qualquer relação com uma ação de caráter humanitário.
A alegada detenção do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por ação dos Estados Unidos, atribuída ao governo Donald Trump, tem repercutido internacionalmente e provocado reações de líderes políticos e de parte da população venezuelana. pic.twitter.com/mTLrtJ1Fzo
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) January 3, 2026
Ainda de acordo com essas análises, a motivação central da intervenção estaria ligada às riquezas naturais do país, especialmente às reservas e à autossuficiência petrolífera venezuelana, consideradas estratégicas para interesses econômicos e geopolíticos dos Estados Unidos.
Diante desse cenário, manifestantes e lideranças defendem uma reação da comunidade internacional, com o envolvimento de países e blocos que condenam a atuação norte-americana, além da restituição de Nicolás Maduro à Presidência da Venezuela.
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