Comentários feitos por internautas nas redes sociais passaram a defender o cancelamento da Copa do Mundo, que será realizada nos Estados Unidos, após a confirmação da Casa Branca do sequestro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que teria sido articulado pelo presidente norte-americano Donald Trump.
No X (antigo Twitter), usuários questionaram a coerência da Fifa em manter o torneio em solo norte-americano diante da gravidade das acusações. “A FIFA tinha que tirar a Copa do Mundo dos EUA”, escreveu a usuária Jana Dahoui.

Já Pedro Ronchi defendeu uma reação mais dura por parte do Brasil: “O Brasil deveria boicotar a Copa do Mundo nos EUA e não participar em protesto contra a intervenção dos EUA na América Latina”.

As manifestações ganharam força ao relembrar precedentes recentes no futebol internacional. Em 2022, após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Fifa e a Uefa decidiram banir a seleção russa e clubes do país de competições oficiais e amistosos internacionais. A medida passou a valer em fevereiro daquele ano e segue em vigor, impedindo a participação russa em torneios organizados pelas entidades.
Para os críticos, o caso envolvendo a Venezuela deveria provocar ao menos um debate semelhante no âmbito esportivo. Até agora, a Fifa não se manifestou sobre qualquer possibilidade de revisão da sede do Mundial.
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