Pelo segundo ano seguido, final do Parazão registra caso de concussão - Estado do Pará Online

Pelo segundo ano seguido, final do Parazão registra caso de concussão

Relembre o episódio de 2025 envolvendo Jaderson e Novillo; o azulino chegou a ficar sete dias na UTI e só recebeu alta 10 dias depois do choque de cabeça

Pelo segundo ano seguido, final do Parazão registra casos de concussão
Jorge Luís Totti / Paysandu

Assim como em 2026, a final do Campeonato Paraense de 2025 entre Paysandu e Remo também ficou marcada por um forte choque de cabeça logo no primeiro jogo da decisão.

Naquela ocasião, Jaderson, do Leão, e Novillo, do Lobo, se envolveram em uma dividida aérea violenta. O impacto foi tão intenso que os dois atletas precisaram deixar o campo e foram diagnosticados com concussão cerebral. Nenhum deles teve condições de atuar na partida de volta da final.

O caso mais delicado foi o de Jaderson. O meia azulino permaneceu internado por uma semana na UTI e recebeu alta hospitalar 10 dias após o ocorrido. Inicialmente, a previsão médica indicava um retorno entre dois e três meses. No entanto, a recuperação foi mais rápida que o esperado, e ele voltou a atuar pouco mais de um mês depois.

Novillo, por sua vez, chegou a deixar o gramado andando na primeira partida da final de 2025, mas também precisou cumprir período de afastamento. O defensor bicolor ficou fora por alguns dias e retornou aos jogos cerca de um mês depois.

Agora, em 2026, o cenário volta a chamar atenção. No primeiro confronto da decisão, o atacante Kleiton Pego sofreu concussão após choque com o zagueiro Marllon e precisou ser retirado de ambulância do estádio.

Pelo segundo ano consecutivo, a final do Parazão registra um caso de concussão cerebral logo na partida de ida. Agora, resta saber se o atacante terá condições de jogo no próximo domingo, 8, no Mangueirão, às 17h.