Uma mulher trans identificada como Ryana, de 18 anos, morreu após ser agredida por um motorista de aplicativo. Informações preliminares apontam que ela foi imobilizada com um golpe semelhante ao “mata-leão”, o que teria provocado sua morte.
Após o crime, o suspeito dirigiu até a delegacia e relatou aos policiais o que teria ocorrido. No boletim registrado, ele confirmou que entrou em luta corporal com a vítima e assumiu a agressão. Mesmo após a confissão e a entrega do corpo, o homem acabou liberado enquanto os procedimentos legais seguem em andamento, já que não houve estabelecimento de prisão em flagrante.
A liberação revoltou familiares, amigos e representantes de movimentos LGBTQIA+, que pedem que o caso seja investigado como feminicídio e também como crime motivado por transfobia.
A Polícia Civil informou que vai colher novos depoimentos, realizar perícia no corpo e no veículo do suspeito e reunir elementos técnicos para esclarecer a motivação da agressão. A investigação segue em fase inicial e novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.
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