Sete meses depois de romper o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, o volante Matheus Vargas voltou a pisar no gramado com o elenco do Paysandu. Em entrevista exclusiva ao Estado do Pará Online (EPOL), o jogador detalhou o estágio da recuperação e abriu o jogo sobre a situação contratual.
A lesão ocorreu em um momento decisivo da temporada passada, durante partida contra o Amazonas, pela Série B do Campeonato Brasileiro, fora de casa. No dia seguinte ao jogo, ele deixaria Belém para acertar com um clube do exterior. A negociação ajudaria o Papão a quitar o transfer ban que sofria à época.
Com a contusão, a venda foi interrompida. O clube ficou sem a receita prevista e precisou resolver a pendência meses depois, já em meio às dificuldades na competição nacional, quando a ausência de reforços pesou na campanha.
Hoje, o cenário é outro. Vargas celebra a evolução clínica e garante que está adiantado em relação ao cronograma inicial. “Estou treinando já com a equipe, minha recuperação anda bem, bem à frente do que a gente esperava pra chegar com sete meses. Lógico, algumas restrições ainda dentro dos trabalhos, mas acredito que as próximas semanas vão ser muito importantes pra essa liberação total”, afirmou.
O volante projeta retorno breve aos jogos. “Espero que no começo de abril eu já esteja liberado pra atuar. Acredito que nesse começo da Série C eu vou estar atuando já pelo Paysandu”, disse, confiante.
Sobre contrato, que se encerra em maio, ele admite que as conversas estão paralisadas. “Ainda não estamos conversando em renovação, ainda tá parado. Meu foco é totalmente na minha recuperação. Após isso, a gente vai retornar as conversas e tomar uma decisão”, explicou.
Mesmo com a indefinição, Vargas não esconde o desejo de permanecer. “Eu tenho interesse de continuar, só que a gente tem que conversar e ajustar alguns detalhes que estão pendentes. Acredito que a gente vai chegar numa solução e ver o que é melhor pra mim e pro Paysandu.”
Recuperado, motivado e com futuro em aberto, o volante mira o retorno aos gramados como prioridade. O restante, segundo ele, será resolvido no tempo certo.
*com informações de Giovanna Queiroz
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