O empate em 3 a 3 entre Remo e Atlético Mineiro pela terceira rodada da Série A do Brasileirão foi cercado de polêmica. O ponto central de debate durante e após a partida dessa quarta-feira, 11, foi o gol anulado da equipe azulina no segundo tempo, quando o confronto ainda estava empatado em 1 a 1.
No lance, João Pedro subiu para disputar a bola com Junior Alonso. Na sequência, a jogada foi concluída com Leonel Picco marcando o gol do Remo em batida no canto do goleiro Everson.
Imediatamente, os jogadores do Atlético foram em cima de Matheus Candançan, Fifa de São Paulo, alegando toque de mão do atacante do Remo. O lance, a partir de então, entrou em analise, seguindo o protocolo do VAR.
Na cabine de vídeo, o árbitro Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral, Fifa de São Paulo, foi direto ao analisar o lance.
A gente vai te recomendar a revisão por um braço do atacante, que tem um movimento injustificável com um movimento adicional”, disse ao árbitro de campo.
Ao se dirigir ao monitor do VAR, Matheus Candançan analisou duas situações. Primeiro, o toque no braço de João Pedro e em seguida uma possível carga do atacante do Remo nas costas do zagueiro Junior Alonso. O segundo caso foi descartado e confirmado apenas o toque de mão.
Ele (João Pedro) faz um movimento de enrijecer o braço e abre o braço quando ver que a bola vai passar e tem um toque lateral com o braço. Não tem a infração no jogador (Junior Alonso). É um braço antinatural. Vou anular o gol e falta para a defesa. Sem cartão”, decidiu Candançan.
O empate em 3 a 3 entre Remo e Atlético Mineiro pela terceira rodada da Série A do Brasileirão foi cercado de polêmica. O ponto central de debate durante e após a partida dessa quarta-feira, 11, foi o gol anulado da equipe azulina no segundo tempo. pic.twitter.com/KjEJwREzkM
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) February 12, 2026
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