Maduro foi capturado pela ‘Tropa de Elite’ dos EUA - Estado do Pará Online

Maduro foi capturado pela ‘Tropa de Elite’ dos EUA

De acordo com Trump, a ação resultou na detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido retirados da Venezuela por via aérea.

Um oficial do governo dos Estados Unidos afirmou neste sábado (3) que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado por tropas de forças especiais americanas durante uma operação militar realizada em território venezuelano. A informação foi confirmada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que declarou publicamente que os Estados Unidos conduziram um ataque de grande escala contra o país sul-americano.

De acordo com Trump, a ação resultou na detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido retirados da Venezuela por via aérea. O presidente americano não informou o destino do casal nem apresentou detalhes adicionais sobre a operação.

Segundo apuração da emissora CBS News, a captura teria sido executada pela Delta Force, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos especializada em missões de alto risco, como contraterrorismo, resgate de reféns e prisão de alvos considerados estratégicos. O Pentágono vinha reforçando a presença militar no Caribe nos últimos meses, o que, segundo analistas, facilitou a logística da ação.

Após as declarações de Trump, o governo venezuelano reagiu decretando estado de emergência nacional e ativando planos de defesa. Em pronunciamento exibido pela televisão estatal, a vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que não possui informações sobre o paradeiro de Nicolás Maduro e de Cilia Flores e exigiu uma comprovação imediata de que ambos estão vivos.

“Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, declarou Rodríguez, classificando a situação como uma grave violação da soberania nacional.

A ofensiva gerou repercussão internacional. Colômbia e Cuba condenaram a intervenção militar dos Estados Unidos, enquanto o governo venezuelano acusou Washington de promover uma ação ilegal com objetivos políticos e estratégicos.

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