O Governo do Pará lançou uma nova campanha de conscientização contra a violência contra a mulher, com foco no engajamento masculino como aliado no enfrentamento aos abusos e ao feminicídio. A iniciativa, divulgada nas redes sociais oficiais, reforça que nenhuma forma de violência é aceitável, seja física, psicológica ou moral e convoca os homens a denunciar, orientar e proteger vítimas.
No vídeo da campanha, a mensagem central é direta: “Nenhum homem pode agredir uma mulher, mas todo homem pode evitar que uma mulher seja agredida”. A peça também incentiva a denúncia de agressores por meio do telefone 180, Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas em todo o Brasil, oferecendo acolhimento, orientação e encaminhamento dos casos.
O Governo do Pará lançou uma nova campanha de conscientização contra a violência contra a mulher, com foco no engajamento masculino como aliado no enfrentamento aos abusos e ao feminicídio. pic.twitter.com/lLdNtqRC7H
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) February 6, 2026
Além do canal nacional, o governo destaca os serviços disponíveis no Pará. Homens e vítimas podem buscar apoio nos totens de atendimento automático da Delegacia da Mulher, instalados nas Usinas da Paz da Terra Firme, Icuí e Castanhal, além do Hospital da Mulher, da Secretaria de Estado das Mulheres (Semu) e do Espaço Pró-Acolher Mulher, vinculado à Segup.
A campanha também orienta sobre outros caminhos de proteção, como o site da Polícia Civil do Pará, onde é possível solicitar medida protetiva e perícia de forma online, e a Sala Lilás do Hospital da Mulher, espaço destinado ao acolhimento especializado, com atendimento psicológico e suporte integral às vítimas.
Violência vai além da agressão física
O material publicitário chama atenção para formas menos visíveis de violência, como ameaças, humilhações, manipulação, isolamento, perseguição, chantagem e exposição indevida. “Nem toda violência é física, mas toda violência é crime”, destaca a campanha.
Com o slogan “Por todas as mulheres”, o Governo do Pará reforça que o enfrentamento à violência de gênero é uma responsabilidade coletiva e que a participação ativa dos homens é fundamental para romper o ciclo de agressões.
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