A França venceu o Brasil, em placar de 2 a 1 construído com certa facilidade, em amistoso antes da Copa do Mundo realizado nesta quinta-feira (26), no Gillette Stadium, na região metropolitana de Boston, nos Estados Unidos.
Primeiro tempo
A seleção brasileira e a equipe francesa protagonizaram um primeiro tempo bastante movimentado, com oportunidades para os dois lados. Apesar do ritmo intenso, poucas finalizações realmente levaram perigo ao gol.
O Brasil foi quem iniciou as ações ofensivas. Logo no começo da partida, Raphinha tentou duas vezes, aos 4 e aos 11 minutos. A equipe buscava atacar principalmente pelos lados do campo, com destaque para Vini Jr. e Martinelli.
Martinelli chegou a participar das melhores oportunidades, mas o time brasileiro teve dificuldades nas decisões próximas da área adversária. A troca de posição entre Vini Jr. e Martinelli chegou a melhorar a dinâmica ofensiva, porém, mesmo com cinco finalizações, nenhuma delas acertou a meta.
A França respondeu apostando em jogadas pelo lado direito, direcionando o jogo para Mbappé. A estratégia funcionou aos 31 minutos: após recuperar a bola no meio-campo, Dembélé encontrou o camisa 10 em profundidade. Mbappé avançou e finalizou por cobertura sobre Ederson, abrindo o placar. Pouco depois, aos 36, o atacante quase ampliou, mas o chute rasteiro saiu pela linha de fundo.
Antes do intervalo, o Brasil ainda tentou reagir com finalizações de Matheus Cunha, Casemiro e novamente Martinelli, porém todas foram para fora, mantendo a vantagem francesa no marcador.
Segundo tempo
Na segunda etapa, a primeira mudança do Brasil aconteceu cedo. Raphinha deixou o campo após sentir desconforto na coxa direita e, conforme informou a CBF, passará por nova avaliação médica no dia seguinte. Em seu lugar entrou Luiz Henrique.
A substituição acabou mudando o ritmo ofensivo da equipe brasileira. Com um estilo mais ousado e habilidoso no um contra um, Luiz Henrique ajudou a dar mais dinâmica às jogadas pelo lado direito, que passaram a aparecer com maior frequência.
Em uma dessas investidas, Wesley quase saiu sozinho diante do goleiro, mas foi derrubado por Upamecano. O defensor francês recebeu inicialmente cartão amarelo, porém o árbitro foi chamado para revisar o lance no VAR e acabou mudando a decisão para expulsão direta.
Com um jogador a mais, o Brasil passou a pressionar mais alto no campo de ataque. Ainda assim, a França conseguiu reorganizar sua equipe graças à boa qualidade técnica e à leitura de jogo dos seus atletas.
Mesmo sob pressão, os franceses ampliaram o placar em um contra-ataque bem executado. A jogada se desenvolveu rapidamente, com vantagem numérica no ataque: quatro jogadores da França contra três defensores brasileiros.
Durante a corrida para recompor, um passe lateral de Léo Pereira acabou facilitando a sequência da jogada, que terminou com a bola chegando a Ekitiké. O atacante finalizou por cobertura sobre Ederson e marcou o segundo gol, aos 19 minutos do segundo tempo.
Depois disso, o Brasil se lançou ainda mais ao ataque em busca da reação. A França, por outro lado, passou a valorizar a posse de bola e a trocar passes com calma, usando essa estratégia como forma de se defender.
A seleção brasileira conseguiu diminuir a diferença após uma bola levantada na área adversária. Danilo iniciou a jogada com o cruzamento, Luiz Henrique desviou para o meio, e Bremer apareceu entre os defensores para completar para o gol.
Nos minutos finais, o técnico Ancelotti promoveu as estreias de Igor Thiago e Gabriel Sara, tentando aumentar a pressão ofensiva e buscar o empate. A melhor oportunidade acabou surgindo novamente com Bremer, que quase marcou mais uma vez, mas o placar permaneceu inalterado.
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