Possível falsificação determinou ação judicial e ameaça resultado das eleições"
Nesta sexta-feira, 29 de setembro, a Polícia Civil do Pará lançou a "Operação Aurá", uma ação destinada a cumprir sete mandados de busca e apreensão contra agentes de segurança pública suspeitos de envolvimento no assassinato do ex-vereador de Ananindeua, Deivite Wener Araújo Galvão, popularmente conhecido como “Gordo do Aurá”, em 2019, quando a vítima ocupava o cargo de vereador no município.
Policial tenta evitar que populares gravem a operação que resultou em um homem baleado e provavelmente morto.
Comentários nas redes sociais e áudios de suspostos policiais dão conta de que o policial morto hoje em Belém, tal como aconteceu com o soldado da PM de Cametá foi atingido por um tiro que partiu da arma da própria PM do Pará. O ex-deputado Wladimir Costa também falou sobre o assunto em sua emissora de rádio, onde disse que os policias estavam na operação para proteger os bandidos.
Um jovem servidor da UEPA, formado em gestão pública e estudante de Direito enviou carta à nossa redação dizendo que no penúltimo domingo, 25, foi cruelmente torturado, preso e humilhado por policiais militares, tanto em frente à família e vizinhos, quanto no hospital, na delegacia de polícia, por policiais civis e penais, no presídio onde passou dias preso injustamente, segundo ele, apenas por ser negro. A vítima cobra as câmeras corporais que o governo do Pará disse comprou para uso dos agentes de segurança pública do estado, que poderiam ter evitado o abuso da força e da autoridade por parte dos policiais militares.
Enquanto o governador Helder Barbalho noticiava que um paraense havia saído vencedor da "Dança dos Famosos", torcedores do seu time, o clube do Remo se agrediam no meio da rua, sem a presença de nenhum policial, em Belém, a sede da COP30.










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