Com o capacete na cabeça e um apito em mãos, a moça começou a organizar o movimentado trânsito do cruzamento da avenida Alcindo Cacela com a rua Bernal do Couto.

As vítimas detalharam os abusos, relatando que o suspeito as tocava nas partes íntimas e fazia ameaças contra elas com um revólver.

Segundo informações, o militar tinha saído do serviço e estava a caminho de casa quando ocorreu o sinistro.

Os currículos passarão por um processo de triagem, que seguem critérios do setor de Recursos Humanos (RH). O hospital fica localizado em Breves, na Ilha do Marajó. 

A vítima segundo informações da Polícia Militar, tem passagens por roubo, tráfico de drogas e receptação.