Bad Bunny protagonizou um dos momentos mais comentados do Super Bowl, no último domingo (8), ao encerrar sua participação no espetáculo da NFL com uma apresentação marcada por símbolos da identidade latina e mensagens de alcance político e cultural, transmitidas ao vivo para milhões de espectadores nos Estados Unidos e em outros países.
Ao longo do show, o cantor cantou exclusivamente em espanhol, gesto que reforçou sua trajetória artística e sua decisão de manter a língua e as referências culturais de Porto Rico no centro de suas performances, mesmo em um dos palcos mais tradicionais da cultura pop norte-americana.
Durante o encerramento, Bad Bunny segurou uma bola de futebol americano, revelou uma mensagem escrita e finalizou com um spike no gramado, gesto clássico do esporte, antes de fazer um discurso em que exaltou o continente americano, citando países da América do Norte e do Sul, além de destacar Porto Rico, seu local de origem.
Bad Bunny protagonizou um dos momentos mais comentados do Super Bowl, no último domingo (8), ao encerrar sua participação no espetáculo da NFL com uma apresentação marcada por símbolos da identidade latina e mensagens de alcance político e cultural. pic.twitter.com/EjX383SGWN
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) February 9, 2026
Outro momento que ganhou destaque foi a alusão feita por Bad Bunny à situação de crianças imigrantes detidas nos Estados Unidos, referência que remeteu ao caso de Liam Conejo Ramos, menino equatoriano de cinco anos que foi preso com o pai pelo serviço de imigração (ICE) no Texas e libertado no domingo (1º), após o episódio provocar revolta e críticas ao governo norte-americano
Em outro momento marcante, o artista gritou “Deus abençoe a América” em espanhol, enquanto dançarinos levantavam bandeiras ao fundo, cena interpretada por parte do público como um posicionamento em defesa da diversidade cultural e da presença latina nos Estados Unidos.
Outro momento que ganhou destaque foi a alusão feita por Bad Bunny à situação de crianças imigrantes detidas nos Estados Unidos, referência que remeteu ao caso de Liam Conejo Ramos, menino equatoriano de cinco anos que foi preso com o pai pelo serviço de imigração (ICE) no Texas. pic.twitter.com/2Bb9BBaJ1t
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Pouco depois da apresentação, o presidente norte-americano Donald Trump criticou o show em sua rede social, classificando-o de forma negativa, o que ampliou a repercussão do espetáculo e levou o nome de Bad Bunny aos assuntos mais comentados nas redes.
Esta foi a segunda vez que o “coelhinho mau” subiu ao palco do Super Bowl, após uma participação especial em 2020, ao lado da cantora colombiana Shakira, consolidando sua presença em um evento historicamente dominado por artistas de língua inglesa e reafirmando seu alcance global.
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