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Ator e diretor da Globo, Gracindo Jr. morre aos 83 anos no Rio de Janeiro

Artista teve uma carreira de mais de 50 anos e fez parte do primeiro elenco da TV Globo; família informou que morte ocorreu por causas naturais.

Por Alexandre Alencar
02/09/2026 às 13:28 • 2 min
Artista teve uma carreira de mais de 50 anos e fez parte do primeiro elenco da TV Globo; família informou que morte ocorreu por causas naturais

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O ator e diretor Gracindo Jr. morreu aos 83 anos na noite desta terça-feira (1º), em sua residência, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo filho do artista, Pedro Gracindo. Segundo a família, a morte ocorreu por causas naturais.

Com mais de cinco décadas de carreira, Gracindo Jr. teve trabalhos no teatro, na televisão, no rádio e no cinema. Filho do também ator Paulo Gracindo, ele fez parte do primeiro elenco da TV Globo, emissora fundada em 1965.

Ao longo da trajetória na televisão, participou de novelas como Rosinha do Sobrado, Padre Tião, A Rainha Louca, Os Ossos do Barão, Mandala, O Salvador da Pátria, Rainha da Sucata, Explode Coração e Celebridade.

O artista também dividiu trabalhos com o pai em produções marcantes da televisão brasileira. Em O Bem-Amado, os dois chegaram a contracenar. Já em O Casarão, interpretaram diferentes fases do mesmo personagem, representando o protagonista em períodos distintos da vida.

Gracindo Jr. também foi diretor

Além da carreira como ator, Gracindo Jr. trabalhou como diretor em produções da televisão. Entre os trabalhos comandados por ele estão a novela Marron-Glacé e o programa Os Trapalhões, em 1983.

O artista também teve participação na produção dos primeiros videoclipes de músicos brasileiros exibidos pelo programa Fantástico. Ele ajudou a desenvolver e apresentar esse formato em uma época de expansão dos vídeos musicais na televisão nacional.

Início da carreira

Nascido no Rio de Janeiro em 21 de maio de 1943, Gracindo Jr. entrou no mundo artístico ainda adolescente. Aos 15 anos, começou a trabalhar na Rádio Nacional, onde exerceu diferentes funções, incluindo ator, redator e disc-jóquei.

A estreia no teatro aconteceu em 1961, com a peça A Escada, de Oswald de Andrade. A partir daí, construiu uma trajetória que passou por diferentes áreas da produção artística brasileira e se estendeu por mais de meio século.

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