Morreu neste domingo (18) o policial civil e piloto de helicóptero Felipe Marques Monteiro, baleado durante uma operação da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 2025.
Felipe atuava no Serviço Aeropolicial da Polícia Civil e estava a bordo de uma aeronave utilizada na operação quando o helicóptero foi atingido por disparos de criminosos . O policial foi ferido por um tiro de fuzil e socorrido em estado gravíssimo para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.
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Segundo informações divulgadas na época, ele sofreu uma grave lesão na cabeça, com perda de parte do crânio, e passou por diversos procedimentos cirúrgicos ao longo dos últimos meses. Após um período de internação, Felipe chegou a retornar para casa, onde continuava o processo de recuperação acompanhado pela família e por equipes médicas.
Durante o tratamento, a esposa do policial, Keidna Marques, compartilhava nas redes sociais momentos da recuperação do marido, além de mensagens de apoio, fé e esperança.
“Um guerreiro do início ao fim. Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”, escreveu.
Governo do Rio lamentou morte
Em nota, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro lamentaram a morte do agente e prestaram solidariedade aos familiares e amigos. As instituições destacaram a luta enfrentada pelo policial desde o atentado sofrido durante a operação e ressaltaram a mobilização de colegas, amigos e familiares durante o período de recuperação.
Felipe Marques Monteiro era conhecido entre colegas pela atuação no Grupamento Aeropolicial e pela experiência em operações aéreas da Polícia Civil fluminense.
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