O desaparecimento do mototaxista e barbeiro Matheus Ferreira Rocha, de 22 anos, terminou de forma trágica após mais de dez dias de buscas em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. O jovem, que havia saído para trabalhar, foi encontrado morto em uma área de mata, enterrado em cova rasa e com marcas de violência. O caso mobilizou familiares, moradores e forças de segurança.
Linha do tempo
22 de abril – Último contato
Matheus foi visto pela última vez à noite, após sair para trabalhar como motociclista de aplicativo. Antes de desaparecer, enviou uma mensagem de áudio à mãe informando que aguardava a chuva passar em um condomínio na rodovia Mário Covas. Depois disso, não houve mais contato.

23 de abril – Veículo encontrado
Um dia após o desaparecimento, a motocicleta utilizada por Matheus no trabalho foi encontrada abandonada na rua Santa Clara, no bairro Tapanã, em Belém. O achado reforçou a preocupação da família.

28 de abril – Caso passa a ser investigado
Com a ausência prolongada do jovem, o desaparecimento começou a ser apurado pela Polícia Civil do Pará. Familiares estranharam o sumiço, já que ele costumava retornar para casa ainda durante a noite.
2 de maio – Objeto encontrado
Equipes localizaram um tênis dentro de um rio, em uma área de mata no conjunto Ariri, no bairro 40 Horas. O item foi reconhecido por familiares como pertencente ao jovem, o que reforçou as suspeitas sobre a região.

Rastro perdido
Durante as buscas, um cão farejador indicou um possível trajeto feito por Matheus até a margem de um rio, no bairro 40 Horas. No local, no entanto, o rastro foi interrompido, direcionando as equipes para intensificar as buscas na área.
3 de maio – Corpo localizado
Agentes da Polícia Militar do Pará, incluindo o 6º Batalhão da Polícia Militar, além da Polícia Científica e da Polícia Civil do Pará, encontraram um corpo enterrado em cova rasa em uma área de mata no bairro 40 Horas, em Ananindeua.

3 de maio – Confirmação da identidade
No mesmo dia, um perito da Polícia Científica confirmou que o corpo era de Matheus Ferreira Rocha. A identificação foi feita com base em tatuagens nas pernas e no braço. Segundo a perícia, o corpo estava enterrado a cerca de 600 metros de uma antiga empresa e apresentava sinais de violência, com múltiplas perfurações por arma de fogo identificadas de forma preliminar.
O caso segue em investigação para esclarecer as circunstâncias do crime.
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