Neste domingo (3), o desaparecimento da psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto na Inglaterra completa exatos dois meses sem respostas definitivas. O último contato da brasileira ocorreu no dia 3 de março, mas a Polícia de Essex mantém sigilo sobre o andamento das investigações há cerca de um mês.
As buscas de campo pela profissional foram formalmente encerradas pelas autoridades britânicas ainda no dia 20 de março. Atualmente, os investigadores concentram esforços na análise de possíveis novas evidências, enquanto a mãe e o namorado de Vitória já retornaram ao Brasil.
Dados bancários revelaram que a última transação financeira de Vitória aconteceu no dia do sumiço, destinada ao pagamento de transporte e alimentação. Apesar do acesso parcial às contas, a polícia informou aos familiares que não foram encontrados indícios que apontassem para o paradeiro atual da psicóloga.
Diante da demora burocrática, a comunidade de Brightlingsea criou um perfil em redes sociais para mobilizar o apoio popular ao caso. Uma petição virtual será lançada para pressionar o Parlamento do Reino Unido a agilizar o acesso total aos registros bancários da brasileira.
A principal linha de investigação sugere que Vitória ainda esteja em solo firme, conforme relatos de pessoas próximas que acompanham o processo. Existe o receio de que ela tenha sido abordada por terceiros em um momento de vulnerabilidade logo após sair da universidade.
Recentemente, o depoimento de uma triatleta trouxe uma nova possibilidade de pista para o caso em aberto. A testemunha afirmou ter avistado uma mulher com as características de Vitória na região de Bradwell, dez dias após o registro do desaparecimento.
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