A Prefeitura de Belém oficializou, na manhã desta segunda-feira (21), o pedido de apoio aos governos Estadual e Federal para reforçar as ações de assistência às vítimas dos temporais.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, foi anunciado o decreto de situação de emergência após a capital registrar o maior volume de chuva dos últimos 10 anos, superando os 150 milímetros em menos de 24 horas.
Durante o pronunciamento, o prefeito, Igor Normando (MDB) ressaltou a gravidade do cenário: “Infelizmente muitos bairros da cidade ficaram alagados, muita gente perdeu tudo que tinha e a gente sabe o quanto a gente precisa estar unido agora para resolver esse problema e principalmente para acolher aqueles que estão passando por uma situação extremamente delicada”.
A gestão municipal confirmou que já encaminhou um documento de assistência social à União e que busca apoio imediato do governo estadual. “Eu tô enviando também um documento social para o governo federal e logo mais vou ter uma reunião com a Governadora [ Hana Ghassan(MDB)] para que o estado também possa nos ajudar nessa tarefa importante”, afirmou o gestor no vídeo.
Enquanto a cooperação entre as esferas é articulada, a prefeitura mantém equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros nas ruas.
Veja:
A Prefeitura de Belém oficializou, na manhã desta segunda-feira (21), o pedido de apoio aos governos Estadual e Federal para reforçar as ações de assistência às vítimas dos temporais. pic.twitter.com/WTfMaIE5I9
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) April 20, 2026
Um ponto de arrecadação foi instalado na Aldeia Amazônica para receber colchões, alimentos não perecíveis, roupas e itens de higiene pessoal para as famílias desabrigadas.
Os transtornos foram intensificados pela combinação do volume extremo de chuva com o período de marés elevadas, o que dificultou o escoamento das águas.
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Com base em quais dados estatísticos, e de quê instituição pública, a matéria afirma que foi “o maior volume de chuvas dos últimos dez anos?”.
A prática de jornalismo verdadeiro e honesto, requer a divulgação desses dados, em respeito à verdade e ao público leitor.
Aparentemente, houve erros no cálculo da capacidade de drenagem pluvial, ou na execução de obras de saneamento básico recentes, mormente aquelas de preparação para a COP-30, em que os gestores públicos alardearam que seriam a solução definitiva para acabar com os diversos alagamentos da cidade. Mais um, entre tantos engodos.
Certamente, houve beneficiários dos recursos públicos investidos, que não foi a população contribuinte de impostos.