A construção de um muro de 13 metros de altura por um morador de Passos, no Sul de Minas Gerais, virou assunto nas redes sociais nos últimos dias. A estrutura foi erguida no quintal de uma residência com o objetivo de preservar a privacidade da casa e acabou chamando atenção por bloquear a vista de janelas de um prédio vizinho.
Embora tenha viralizado recentemente, o chamado “paredão” não é novidade. Segundo relatos, a obra foi construída em 2001, pouco tempo após a conclusão do edifício localizado ao lado do imóvel.
Morador constrói muro de 13 metros para garantir privacidade e viraliza nas redes sociais. pic.twitter.com/Fcc4gWzKmQ
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) April 19, 2026
Imagens compartilhadas na internet mostram que o muro impede total ou parcialmente a visão de apartamentos de pelo menos três andares do prédio. Uma publicação feita na rede social X, antigo Twitter, na quinta-feira (16), alcançou quase 4 milhões de visualizações.
A repercussão provocou grande movimentação na rua, com curiosos indo ao local para gravar vídeos e registrar fotos da construção que surpreendeu moradores da vizinhança.
Nas redes sociais, boa parte dos comentários demonstrou apoio à iniciativa do proprietário. Frases como “Errado não tá” e “Faria a mesma coisa” apareceram entre as reações. Também houve elogios à execução da obra e ao trabalho realizado na estrutura.
Uma internauta afirmou ter adotado solução parecida em sua residência, dizendo que levantar um muro foi um dos melhores investimentos feitos para preservar a tranquilidade em casa.
Apesar do apoio de parte dos usuários, o muro também gerou críticas. Há relatos de que a construção causou debates desde a época em que foi erguida e que a estrutura teria reduzido a entrada de luz natural nos apartamentos vizinhos.
Outros comentários apontam possível desvalorização dos imóveis do prédio, considerado de alto padrão. Em anúncios imobiliários, uma das unidades chegou a ser ofertada por R$ 1,3 milhão.
Mais de duas décadas após a construção, o muro voltou ao centro das atenções e reacendeu discussões sobre privacidade, direito de vizinhança e impactos urbanos.
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