Aos lado dos 40 clubes que disputas as Séries A e B do Campeonato Brasileiro – incluindo o Remo -, a CBF iniciou as discussões para a criação da Liga do Futebol do Brasil, que deve substituir os atuais campeonatos da primeira e segunda divisão e vai dar aos clubes autonomia de decisão no regulamento.
Em prazos, a entidade apresentou um cronograma aos clubes, que terão entre maio e julho neste ano para enviar sugestões e elaborar as propostas de encaminhamento.
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Na sequência, entre os meses de agosto e setembro, o foco será na apresentação e aprovação das propostas. Por fim, entre outubro e dezembro será feita a estruturação da comercialização e estatuto da nova liga.
Segundo divulgado pelo ge.globo, uma das discussões em pauta é em relação ao uso do gramado sintético. Uma parte dos clubes é contrária a utilização em partidas oficiais, enquanto outro grupo defende a manutenção.
Na Série A do Brasileirão, por exemplo, apenas o Botafogo (Nilton Santos), Atlético-MG (Arena MRV), Athletico (Arena da Baixada), Chapecoense (Arena Condá) e Palmeiras (Allianz Parque) utilizam grama sintética nos estádios.
Outro ponto que deve nortear o debate em torno da criação da nova liga é o número de clubes que caem à segunda divisão, reduzindo de quatro para três rebaixados.
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