A segunda-feira, 16, iniciou com mais uma polêmica no futebol paraense. Após a definição dos confrontos das quartas de final do Campeonato Paraense e dos rebaixados à Série A2 de 2027, uma possível ida dos clubes à Justiça movimentou o pós-rodada.
O caso em questão apontava uma possível irregularidade na escalação do Castanhal na partida contra o Remo. Por conta disso, Bragantino e São Raimundo estariam acionando o Tribunal de Justiça Desportiva do Pará contra o Japiim, que garantiu vaga na sequência do estadual.
No entanto, a ação contra o Castanhal foi rechaçada pela diretoria da Pantera Santarena. Em contato com a reportagem do Estado do Pará Online (EPOL), o presidente do São Raimundo, Junior Tapajós, foi direto ao falar do assunto.
“Não”, disse o mandatário ao ser questionado pelo EPOL sobre a ida do clube à Justiça.
A reportagem procurou o Bragantino para repercutir o assunto, mas até o momento não tivemos retorno nas ligações ao presidente Cláudio Vagner.
A possível irregularidade, caso seja comprovada, faria com que o Castanhal perdesse pontos e ia alterar a classificação final da primeira fase do Parazão, com o São Raimundo entrando no G8 e o Bragantino escapando do rebaixamento.
O caso
A principal alegação é que o atleta Renan, do Castanhal, teria sete partidas de suspensão para cumprir. A punição aconteceu em 2025, quando ele foi julgado por uma expulsão na Série A2 do Campeonato Paraense. Na ocasião, Renan atuava pelo Paraense na competição.
Segundo informações do jornalista Magno Fernandes, o jogador teria cumprido a punição em três partidas da Série A3 do Parazão ainda em 2025 e em outros quatro jogos na atual edição do Parazão. Situação que deixa o Castanhal “tranquilo” quanto ao caso.
Por conta disso, Renan entrou em campo pelo Japiim somente na quinta rodada, quando a equipe encarou o Remo pelo estadual.
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