O Ministério Público de Santa Catarina instaurou, nesta terça-feira (10), um procedimento para apurar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, no caso do cão Orelha. A medida foi adotada após representações apontarem possíveis inconsistências na condução da investigação.
A apuração é conduzida pela 40ª Promotoria de Justiça do MPSC e vai avaliar se há indícios de abuso de autoridade, violação de sigilo funcional ou ato de improbidade administrativa. O procedimento pode resultar na abertura de um inquérito civil.
Ao NSC, Ulisses Gabriel afirmou que ainda não foi notificado e negou qualquer irregularidade. Segundo ele, não houve abuso de autoridade nem violação de sigilo, e destacou que não foi responsável direto pela investigação.
De acordo com o Ministério Público, o material reunido até o momento apresenta lacunas que impedem uma conclusão segura sobre os fatos. Por isso, foram solicitados novos depoimentos presenciais do porteiro e de um vigilante, além da juntada de vídeos que registram conversas entre os suspeitos, para aprofundar a apuração.
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