O Paysandu deixou a cidade de Augusto Corrêa na bronca com a arbitragem comandada por Olivaldo José Alves Moraes, da Federação Paraense de Futebol (FPF). O clube contestou de forma incisiva o pênalti marcado a favor da Tuna aos 43 minutos do segundo tempo, lance esse que decidiu o clássico.
Diferente do que costuma ser, a coletiva pós-jogo não teve a presença do técnico Junior Rocha. Quem foi atender a imprensa no Estádio Estrelão foi o executivo de futebol do Paysandu, Marcelo Sant’Ana. Segundo o dirigente, o clube vai entrar com uma ação na FPF contestando a marcação do pênalti. Marcelo Sant’Anna classificou o lance como “top três dos mais absurdos” que viveu no futebol.
O Paysandu vai protocolar, respeitando os meios legais, a queixa junto à Federação Paraense (contra a marcação do VAR). Não vamos nos calar. Em 11 anos de carreira, essa situação (marcação do pênalti) está no top três das mais absurdas que eu vivi dentro do estádio. É um dos maiores absurdos”, disparou Marcelo Sant’Ana.
A regra diz uma série de situações para contato físico. Você vê o lance desde a cobrança do lateral e o Castro (zagueiro do Paysandu) em momento algum olha para o atleta da Tuna. Nem ele olha para o nosso jogador. A bola é desviada, ele sobe naturalmente quando realiza o salto. Não muda a posição do braço em momento algum. É um braço natural, um movimento natural”, completou.
Em análise do VAR, divulgada pela entidade nesta quinta-feira, 5, foi alegado que o zagueiro Castro usou o braço de forma imprudente no lance. Na conversa com o ábitro de vídeo, Fernando Antônio Mendes de Salles Nascimento Filho, o árbitro de campo, Olivaldo José Alves Moraes, revisa a jogada e é direto ao confirmar a penalidade.
“Vou reiniciar o jogo com tiro penal para a Tuna”, disse o árbitro.
Com o placar de 1 a 0, a Tuna venceu a primeira no Parazão e o Paysandu perdeu a primeira no torneio.
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