O confronto entre Vitória e Remo, na noite dessa quarta-feira, 28, em Salvador, pela primeira rodada do Brasileirão, ficou marcado por polêmicas envolvendo a arbitragem. Em dois lances, o VAR foi acionado para alterar a decisão de campo.
Nesta quinta-feira, 29, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou os áudios da análise do VAR para os lances de dois pênaltis marcados pelo árbitro Ramon Abatti Abel, Fifa de Santa Catarina, e depois anulados após conferência no vídeo.
No primeiro momento, logo aos cinco minutos de jogo, Abatti Abel marcou, inicialmente, falta na entrada da área após o zagueiro Marllon, capitão do Remo, “cortar” a bola com a mão. Na jogada, o atacante Renato Kayzer estava na disputa do lance.
A infração (toque de mão de Marllon) ocorre dentro da área. (…) Estou checando um possível braço do atacante (Renato Kayzer) no domínio. Ramon, te recomendo a revisão porque tem um braço mais aberto”, disse Rodrigo Nunes de Sá, árbitro de vídeo do Rio de Janeiro.
Ao ir ao VAR, Ramon Abatti Abel foi direto ao confirmar que antes de Marllon, houve toque de mão de Renato Kayzer.
Toca com o braço (na bola) o atacante (Renato Kayzer, do Vitória). Minha decisão final é tiro livre direto para a defesa (Remo) por mão do atacante de forma deliberada. Um braço é consequência do outro”, determinou o árbitro de campo, Ramon Abatti Abel, Fifa de Santa Catarina.
Já no segundo tempo, quando o Vitória vencia a partida por 1 a 0, o VAR voltou a entrar em ação. Aos 30 minutos, Léo Andrade e Fabi disputaram bola na área e Ramon Abatti Abel marcou pênalti do zagueiro do Remo.
Ele (Léo Andrade, zagueiro do Remo) toca a bola antes. Ele joga com o bico da chuteira e depois tem o contato. Recomendo a revisão para não penal”, ponderou Rodrigo Nunes de Sá no VAR.
Sem titubear, Abatti Abel foi direto ao anular a segunda penalidade a favor do Vitória.
Ok, (o Léo Andrade) toca a bola. Vou dar bola ao chão”, concluiu.
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