O governo da Venezuela iniciou nesta quarta-feira (14) um processo de soltura que beneficiou mais de dez profissionais da imprensa local. De acordo com informações do sindicato da categoria, ao menos 15 trabalhadores foram liberados das unidades prisionais até o período da tarde.
A maioria dos beneficiados pela medida oficial enfrentava o cárcere há mais de um ano sob diversas acusações. Entre os nomes confirmados na lista de soltura está o comunicador Roland Carreño, figura conhecida por sua atuação na televisão e participação na política partidária.
Outro caso de repercussão envolve a saída de Ramón Centeno, que atuava em um jornal de grande circulação no país vizinho. Ele havia sido detido após realizar uma entrevista com um parlamentar investigado por supostas conexões com grupos criminosos e tráfico de substâncias.
As acusações contra Centeno incluíam crimes graves, como associação criminosa e usurpação de funções públicas no exercício da profissão. A liberação também alcançou comunicadores ligados diretamente a grupos de oposição, como Gabriel González, integrante da equipe de María Corina Machado.
O movimento de liberação ocorre sob supervisão direta do gabinete da vice-presidência venezuelana, em um contexto de revisão de custódias políticas. As autoridades regionais e entidades de classe seguem monitorando o retorno desses profissionais ao convívio social e o desfecho de seus processos.
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