Um vídeo que mostra o elenco do Paysandu treinando em uma arena de futebol society, em Belém, na última segunda-feira (12), repercutiu nas redes sociais e se tornou alvo de críticas e provocações por parte dos torcedores rivais. Os comentários questionavam, por exemplo, a não utilização do Centro de Treinamento Raul Aguilera, frequentemente apontado pelo próprio clube como um dos diferenciais da estrutura bicolor.
Diante da repercussão, o Paysandu se manifestou por meio da assessoria de imprensa e esclareceu que a atividade realizada não substituiu os treinos regulares no Raul Aguilera. Ainda no dia do episódio, o elenco já havia cumprido a primeira etapa da programação no período da manhã, nas dependências do CT, como vem ocorrendo ao longo da última semana, dentro da dinâmica de trabalhos em dois períodos em dias alternados.
O treino realizado no Complexo Esportivo João Paulo II fez parte de um trabalho físico complementar, planejado pela comissão técnica, e ocorreu em um espaço privado próximo ao Estádio da Curuzu. A escolha do local, conforme esclarecido em comunicado, se deu por razões logísticas e operacionais, já que o gramado do estádio bicolor segue interditado para manutenção.

O Paysandu também destacou que o uso do CT Raul Aguilera no segundo período não seria viável naquele dia por conta do tempo de deslocamento. Ainda segundo o informativo, a primeira parte do trabalho começou na academia do próprio clube e precisava ser concluída em um intervalo máximo de 40 minutos, o que inviabilizaria o deslocamento até o CT sem prejuízo ao planejamento físico.
A comissão técnica tem adotado diferentes locais para os treinos vespertinos, conforme a natureza das atividades propostas. Na semana passada, por exemplo, o segundo período foi realizado na Escola Superior de Educação Física da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Já para o treino da tarde desta quarta-feira (14), o local definido é a Assembleia Paraense.
O clube reforça que a logística adotada faz parte de um planejamento pontual e que as decisões levam em conta critérios técnicos, físicos e operacionais.
Confira a nota na íntegra:
“A atividade física complementar foi realizada em um espaço privado, próximo da Curuzu, em razão da interdição do gramado do estádio bicolor, que permanece em manutenção.
O trabalho não foi realizado no CT em razão do tempo de deslocamento, uma vez que a primeira parte do exercício começou ainda na academia do clube e precisava ser concluída em, no máximo, até 40 minutos.”
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