A Lobo, marca própria do Paysandu Sport Club, completa dez anos consolidada como uma das iniciativas mais bem-sucedidas do futebol brasileiro fora das quatro linhas. Criada em 2016, a fornecedora se transformou na principal fonte de receita comercial do clube, contribuindo para a redução da dependência de resultados esportivos.
O projeto foi estruturado durante a gestão do então presidente Alberto Maia, com o objetivo de fortalecer a identidade do clube e ampliar o vínculo com o torcedor por meio de uma operação própria de material esportivo. Desde o lançamento, a adesão foi imediata, com crescimento rápido nas vendas e expansão da presença da marca.
Ao longo dos anos, a Lobo ampliou seu portfólio, investiu em tecnologia têxtil e passou a oferecer, além dos uniformes de jogo, linhas casuais voltadas ao público bicolor. O crescimento também levou à abertura de lojas e a ações de engajamento que marcaram o calendário do clube.
Em 2019, o Paysandu passou por uma reestruturação no modelo de gestão da marca. A operação foi profissionalizada e separada do caixa do clube, que passou a receber os recursos por meio de royalties. A mudança reduziu riscos operacionais e trouxe maior previsibilidade financeira.
Entre 2022 e 2024, a Lobo gerou mais de R$ 11 milhões em receitas diretas ao Paysandu, superando, no período, os valores aportados por outros patrocinadores. Atualmente, a marca conta com nove lojas e é considerada um ativo estratégico do clube.
Ao completar uma década, a Lobo se firma como referência de marca própria no futebol nacional e exemplo de como modelos profissionalizados podem contribuir para a sustentabilidade financeira dos clubes.
Leia também:













Deixe um comentário